Reação Artística à “Máfia do Spotify” Provoca Debate no Mundo Musical

A série de reportagens do portal sobre a “máfia do Spotify”, que escancarou um bastidor sombrio da indústria musical, virou fogo cruzado entre a plataforma, gravadoras, empresários e artistas. A reação do mercado, de uma forma geral, ainda tende a ganhar episódios ainda mais escandalosos. Até aqui, no que diz respeito à classe artística, os mais corajosos já começaram a reagir sobre o polêmico assunto.

O cantor Tierry, hoje um dos nomes mais promissores de sua geração, tomou frente ao sugerir o fim do ranking da maior plataforma de música do mundo.

Por trás da lista que aponta as músicas mais ouvidas, como informado, existem salas/escritórios dedicados a manipular as métricas e alçar ao topo quem paga mais. Em meio a isso, empresários ocultos faturam milhões por mês com a rentabilidade e alcance dessas músicas.

Mumuzinho também reagiu ao assunto. “Prefiro ganhar pouco do que perder muito. Meus 39 suados no Spotify!”, escreveu ele nas redes sociais, referindo-se a um de seus melhores alcances no streaming. Ferrugem demonstrou indignação. “Não custa nada fazer um corre, escolher uma música boa, ser

honesto”, disse.

MC Créu foi mais além: “Até que enfim alguém falando disso. Ninguém nem tocava nesse assunto com medo de ser retalhado. Eu que sou DJ sempre percebi isso. Você toca uma música TOP 50 no baile e ninguém conhece. Sempre achei muito estranho e via com desconfiança”, desabafou ele.

André Marinho disse: “Então, sabemos”; DJ Batata também: “Tenho dito!”. A dupla sertaneja Day e Lara cutucaram: “Galera que faz robô comentando aqui como se não estivéssemos falando deles”. Thiago Brava ironizou: “Fumo Produções Artística LTDA”. Simony lamentou as informações da reportagem: “

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